sábado, 5 de junho de 2010

domingo, 29 de novembro de 2009

Por toda a minha vida - Cláudinho

De todas as reportagens do programa POR TODA A MINHA VIDA,acho que nenhu ainda mexeu tanto com o Brasil,como o especial do CLÁUDINHO da dupla CLÁUDINHO & BUCHECHA ... Todo o Brasil se emocionou com a história e trajetória do menino determinado e sonhador que era o Cláudinho ...
Fiquei muito emocionada com tudo,com a história,determinação,sucesso,carisma e acima de tudo a humildade do mano Cláudinho. Você estará sempre em nossoas coraçãoes ...
Segue abaixo os vídeos com as reportagens ...



Por toda a minha vida CLÁUDINHO S2 ....

sábado, 21 de novembro de 2009




CREPÚSCULO

São frases e/ou dialogos


Edward: - Não gosta de neve?

Bella: -Não. Significa que está frio demais para chover.

*É uma frase obvia, mas como aqui não neva eu nunca tinha parado pra pensar assim, e logo, pensando assim não vou gostar de neve tb hahahahha.



Bella: - Dono daquele Volvo idiota e reluzente.

*Frase cliche que todas as fãs adoram.



Edward: -Seria mais... prudente para você não ser minha amiga - explicou ele. - Mas estou cansado de tentar ficar longe de você, Bella.

*Precisa mesmo explicar? *-*



Bella narrando: Depois de ver meus olhos, ele levantou a mão e gesticulou com o indicador para que eu me juntasse a ele. Enquanto eu encarava sem acreditar, ele deu uma piscadela.

* Será que só eu imaginei detalhadamente a cara de safado do Edward?



Edward: - Eu concluí que, já que vou para o inferno, posso muito bem fazer o serviço completo...... Acho que seus amigos estão com raiva de por ter roubado você.

Bella: - Eles vão sobreviver......



Edward: - Mas é possivel que eu não a devolva - disse ele com um brilho perverso nos olhos.

* Athoooro o ciume do Edward, eu já gostava dessa cena no crepúsculo, depois de ler a mesma pelo midnight sun fica ainda melhor ;) fikdik



Edward: - E se eu não for um super heroi? E se eu for o vilão?

* Muitooooo melhor no filme



Edward: - Por um momento, você me assustou lá fora... Pensei que Newton estivesse arrastando seu corpo para entenrrar no bosque.

* EU RI D +



Edward: - Me deixa... angustiado... ficar longe de você.

* Precisa mesmo explicar? *-* ²



Edward: - Ela que saber se estamos namorando escondido. E ela quer saber como você se sente com relação a mim....... - Acho que pode dizer sim à primeira pergunta. Se não se importar...... E quanto à outra oergunta de Jessica... Bom, eu estarei ouvindo para saber eu mesmo a resposta.

* Cara você tá saindo com um cara que curte e ele fala que pode confirmar que voces estão namorando SE você não se importar tsc tsc tsc



Mike Newton: - Não gosto disso... Ele olha para você como se... Como se você fosse uma coisa de comer.

*EU RI D +²



Bella: - Gosto da noite. Sem o escuro, nunca veríamos as estrelas.

* Romantico e obvio.



Edward: - Eu lhe disse... Você não se vê com tanta clareza. Não é como ninguém que eu conheça. Você me fascina.

* Preciso mesmo explicar? *-* ³



Edward: - Você é, agora, a coisa mais importante do mundo pra mim. A mais importante de toda a minha vida.



Edward: - E então o leão se apaixonou pelo cordeiro....

Bella: - Que cordeiro imbecil...

Edward: - Que leão masoquista e doentio.*



Cliche Edward: - Se eu pudesse sonhar, seria com você.

* Vá pra PQP, VTC. Essa é a frase mais PHODA de todo o livro. *-*



Edward: - Só porque estou resistindo ao vinho, não quer dizer que não possa apreciar o buque... você tem um aroma floral, de lavanda... ou frésia... É de dar água na boca.

* AMO o jeito que o Edward fala do qto a Bella eh literalmente apetitosa.



Capitulo 14. A mente domina a matéria e o comecinho do 15. Os Cullen.

* Adoro o Edward no quarto da Bella.



Edward: - Posso não ser humano, mas sou um homem.

*Quem me conhece sabe o qto eu gosto de saber da vida "intima" (mode meiga: ON) das pessoas e essa resposta foi tão meiga.



Edward: - Agora você é a minha vida.

* Sem comentarios



Edward: - Errado de novo - murmurou ele em meu ouvido. - Você está totalmente indecente... Ninguém deve ser uma tentação tão grande, não é justo.

* Ui



Alice: - Parecia que você estava almoçando a Bella, e viemos ver se podíamos dividir.

* Alice phoda, EURILITROS! Como é um trecho grandinho, vou colocar só uma referencia, que tiver interesse vai la olhar =PPág. 283 - O Edward mexendo na memoria da Bella pra ela perder o medo de "correr" na floresta.



Edward: - Eu sei, Bella. Acredite, eu sei. É como se você tivesse levado metade de mim com você.

* Tem jeito mais foda de falar que sentiu a falta de alguém?



Edward: - Você tem uma perna quebrada, quatro costelas quebradas, algumas rachaduras no crânio, hematomas cobrindo cada centímetro de sua pele e perdeu muito sangue.

Eles fizeram algumas transfusões. Eu não gostei... Deixou seu cheiro totalmente errado por algum tempo.

*EU RI MUITOOOO



Edward: - Oi, Tyler, aqui é Edward Cullen.... Lamento se houve algum mal entendido, mas Bella não está disponivel esta noite.... Para ser franco, ela não estará disponivel em noite nenhuma, pelo menos para ninguém além de mim. Não se ofenda. E lamento sobre sua noite.

* tudo de bom esse ciume do Edward *-*



FIM

Minha mais nova Inspiração


Trecho do Livro: Crepúsculo Stephenie Meyer

Foi ali, sentada no refeitório, tentando conversar com sete estranhos curiosos, que eu os vi pela primeira vez.
Estavam sentados no canto do refeitório, à maior distância possível de onde eu me encontrava no salão comprido. Eram cinco. Não estavam conversando e não comiam, embora cada um deles tivesse uma bandeja cheia e intocada diante de si. Não me encaravam, ao contrário da maioria dos outros alunos, por isso era seguro observá-los sem temer encontrar um par de olhos excessivamente interessados. Mas não foi nada disso que atraiu e prendeu minha atenção.
Eles não eram nada parecidos. Dos três meninos, um era grandalhão — musculoso como um halterofilista inveterado, com cabelo escuro e crespo. Outro era mais alto, mais magro, mas ainda assim musculoso, e tinha cabelo louro cor de mel. O último era esguio, menos forte, com um cabelo desalinhado cor de bronze. Era mais juvenil do que os outros, que pareciam poder estar na faculdade ou até ser professores daqui, em vez de alunos.
As meninas eram o contrário. A alta era escultural. Linda, do tipo que se via na capa da edição de trajes de banho da Sports Illustrated, do tipo que fazia toda garota perto dela sentir um golpe na auto-estima só por estar no mesmo ambiente. O cabelo era dourado, caindo delicadamente em ondas até o meio das costas. A menina baixa parecia uma fada, extremamente magra, com feições miúdas. O cabelo era de um preto intenso, curto, picotado e desfiado para todas as direções.
E, no entanto, todos eram de alguma forma parecidos. Cada um deles era pálido como giz, os alunos mais brancos que viviam nesta cidade sem sol. Mais brancos do que eu, a albina. Todos tinham olhos muito escuros, apesar da variação de cor dos cabelos. Também tinham olheiras — arroxeadas, em tons de hematoma. Como se tivessem passado uma noite insone, ou estivessem se recuperando de um nariz quebrado. Mas os narizes, todos os seus traços, eram retos, perfeitos, angulosos.
Mas não era por nada disso que eu não conseguia desgrudar os olhos deles.
Fiquei olhando porque seus rostos, tão diferentes, tão parecidos, eram completa, arrasadora e inumanamente lindos. Eram rostos que não se esperava ver a não ser talvez nas páginas reluzentes de uma revista de moda. Ou pintados por um antigo mestre como a face de um anjo. Era difícil decidir quem era o mais bonito — talvez a loura perfeita, ou o garoto de cabelo cor de bronze.
Todos pareciam distantes — distantes de cada um ali, distantes dos outros alunos, distantes de qualquer coisa em particular, pelo que eu podia notar. Enquanto eu observava, a garota baixinha se levantou com a bandeja — o refrigerante fechado, a maçã sem uma dentada — e se afastou com passos longos, rápidos e graciosos apropriados para uma pista de decolagem. Fiquei olhando, surpresa com seus passos de dança, até que ela largou a bandeja no lixo e seguiu para a porta dos fundos, mais rápido do que eu teria pensado ser possível. Meus olhos dispararam de volta aos outros, que ficaram sentados, impassíveis.
— Quem são eles? — perguntei à garota da minha turma de espanhol, cujo nome eu esquecera.
Enquanto ela olhava para ver do que eu estava falando — embora já soubesse, provavelmente, pelo meu tom de voz —, de repente ele olhou para ela, o mais magro, o rapaz juvenil, o mais novo, talvez. Ele olhou para minha vizinha só por uma fração de segundo, e depois seus olhos escuros fulguraram para mim.
Ele desviou os olhos rapidamente, mais rápido do que eu, embora, em um jorro de constrangimento, eu tenha baixado o olhar de imediato. Naquele breve olhar, seu rosto não transmitiu nenhum interesse — era como se ela tivesse chamado o nome dele, e ele a olhasse numa reação involuntária, já tendo decidido não responder.
Minha vizinha riu sem graça, olhando a mesa como eu.

— São Edward e Emmett Cullen, e Rosalie e Jasper Hale. A que saiu é Alice Cullen. Todos moram com o Dr. Cullen e a esposa. — Ela disse isso à meia-voz.

Olhei de lado para o rapaz bonito, que agora fitava a própria bandeja, desfazendo um pãozinho em pedaços com os dedos pálidos e longos. Sua boca se movia muito rapidamente, os lábios perfeitos mal se abrindo. Os outros três ainda pareciam distantes e, no entanto, eu sentia que ele estava falando em voz baixa com eles.
Nomes estranhos e incomuns, pensei. O tipo de nome que têm os avós. Mas talvez seja moda por aqui — nomes de cidades pequenas? Finalmente me lembrei de que minha vizinha se chamava Jessica, um nome perfeitamente comum. Havia duas meninas que se chamavam Jessica na minha turma de história, na minha cidade.
— Eles são… muito bonitos. — Lutei com a patente atenuação da verdade.
— É — concordou Jessica com outra risada. — Mas todos estão juntos… Emmett e Rosalie, e Jasper e Alice, quero dizer. E eles moram juntos. — Sua voz trazia toda a condenação e o choque da cidade pequena, pensei criticamente. Mas, para ser sincera, tenho que admitir que até em Phoenix isso provocaria fofocas.
— Quem são os Cullen? — perguntei. — Eles não parecem parentes…
— Ah, e não são. O Dr. Cullen é bem novo, tem uns vinte e tantos ou trinta e poucos anos. Todos foram adotados. Os Hale são mesmo irmãos, gêmeos… os louros… e são filhos adotivos.
— Parecem meio velhos para filhos adotivos.
— Agora são, Jasper e Rosalie têm 18 anos, mas estão com a Sra. Cullen desde que tinham 8 anos. Ela é tia deles ou coisa assim.
— Isso é bem legal… Eles cuidarem de todas essas crianças, quando eram tão pequenos e tudo isso.
— Acho que sim — admitiu Jessica com relutância, e tive a impressão de que por algum motivo ela não gostava do médico e da esposa. Com os olhares que ela atirava aos filhos adotivos, eu imaginava que o motivo era inveja. — Mas acho que a Sra. Cullen não pode ter filhos — acrescentou ela, como se isso diminuísse sua bondade.
Em toda essa conversa, meus olhos disparavam sem parar para a mesa onde se acomodava a estranha família. Eles continuavam a olhar para as paredes e não comiam.
— Eles sempre moraram em Forks? — perguntei. Certamente eu os teria percebido em um dos verões aqui.
— Não — disse ela numa voz que dava a entender que isso devia ser óbvio, até para uma recém-chegada como eu. — Só se mudaram há dois anos, vindos de algum lugar do Alasca.
Senti uma onda de pena, e também alívio. Pena porque, apesar de lindos, eles eram de fora, e claramente não eram aceitos. Alívio por eu não ser a única recém-chegada por aqui, e certamente não ser a mais interessante, por qualquer padrão.
Enquanto eu os examinava, o mais novo, um dos Cullen, virou-se e encontrou meu olhar, desta vez com uma expressão de evidente curiosidade. Quando desviei os olhos rapidamente, me pareceu que o olhar dele trazia uma espécie de expectativa frustrada.
— Quem é o garoto de cabelo ruivo? — perguntei. Eu o espiei pelo canto do olho e ele ainda estava me encarando, mas não aparvalhado como os outros alunos. Tinha uma expressão meio frustrada. Olhei para baixo novamente.
— É o Edward. Ele é lindo, é claro, mas não perca seu tempo. Ele não namora. Ao que parece, nenhuma das meninas daqui é bonita o bastante para ele. — Ela fungou, um caso claro de dor-de-cotovelo. Eu me perguntei quando é que ele a tinha rejeitado.
Mordi o lábio para esconder meu sorriso. Depois olhei para ele de novo. Seu rosto estava virado para o outro lado, mas achei que sua bochecha parecia erguida, como se ele também estivesse sorrindo.
Depois de mais alguns minutos, os quatro saíram da mesa juntos. Todos eram muito elegantes — até o grandalhão de cabelo castanho. Era perturbador de ver. O garoto chamado Edward não olhou novamente para mim.

Oie .... me sinto tão triste =(

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Uma história de amor... sem fim

A noite cai suavemente, o sono não vem, Porque uns dias são mais difíceis que outros?
Tentei ocupar minha mente em vão, teu rosto sobrepôs e depôs as tentativas, pensei que a noite calaria meu pranto, que a maciez dos lençóis embalasse meu corpo cansado mutilando meus pensamentos, mas não houve trégua.
Não preciso ir até a cômoda onde guardo minhas relíquias para rever tua foto, teu rosto esta cravado em minha mente, de uma forma tão presente que ás vezes sinto poder tocá-lo , minhas mãos tateiam sozinhas como se procurassem as tuas, mas não as encontro, parecem tatear na pedra negras de meu desespero.

Letra da canção do Filme Love Story sopra em meus ouvidos”Quando eu te encontrei, eu não pensei que um grande amor eu fosse ter, eu que só tinha amargura em meu viver e que já estava tão cansada de sofrer, vivendo só.”
Nada nunca me soou tão verdadeiro, você despontou em minha vida como um raio de sol, trazendo todas as cores da natureza, sons e belezas. Era um acordar exaltado, uma sorriso velado um trabalho apressado e encontros marcados onde o relógio pulsava tão rápido como nossos corações e o tempo se ia, o dia amanhecia trazendo alegria e se as lágrimas brotassem você as secava, se o sofrimento jorrasse, você o estancaria com tua suave melodia impondo curas as amarguras.

“Quando eu te encontrei, lendo em teus olhos eu fiquei a imaginar, que o meu mundo tu virias alegrar, que eras tudo que eu queria encontrar”
E foi assim... mágico... verdadeiro... a risada brotava sem que eu pudesse impedir, os olhos negros como a noite tinha o brilho das estrelas o andar parecia um embalo ritmado pela nossa coletânea, cabelos soltos ao vento que ao reclinar nas grandes colinas calçada de patins, parecia uma bandeira em haste, blusa gotejada de sorvete e boca lambuzada, sabor de chocolate, sabor de teus beijos ansiados.

“Meu coração.... eu te entreguei, me deste a vida enfim... me deste amor.... me deste a razão para viver... me desde paz ....”
Preencheste tudo, intensa e completamente.... pensamentos..atos.. ações.... despertou todos os sonhos postados, toda alegria não vivida de uma alma sofrida, entrou como um furacão não usando tua força em estragos, mas para cravar profundos alicerces que desafia a força do Sanção, brotou sementes que produziriam nas mais engrene rochas, calçou de sonhos minha alma peregrina, vestiu de branco meu corpo moreno, relutante em se entregas as emoções entorpecentes dos pensamentos, fez-me correr para o eco do penhasco onde gritar teu nome e ouvi-lo de volta era a certeza que você existia.

“E onde quer que eu vá irás comigo... nos sonhos meus... na minha mente... eu não irei só... comigo irás também....”
Não há como medir um grande amor.... um sentimento de paixão.... todas as raízes que escravizam nosso coração... é assim que eu sei te amar... nem meios ou mais...intensamente e completamente.
A música do filme Love Story , é como acordes agudos que tocam em meu coração, sem piedade ou ilusão.

Diga-me.... como esquecer alguém que gosta de flauta.... de me olhar como se tivesse me inventado....e de mim......

Fernanda Queiroz

sábado, 24 de outubro de 2009

Vídeo "Migalhas"

Migalhas
Simone

Composição: Erasmo Carlos


Sinto muito mas não vou medir palavras
Não se assuste com as verdades que eu disser
Quem não percebeu a dor do meu silêncio
Não conhece o coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser felizNão quero migalhas do seu amor
Do seu amor


Quem começa um caminho pelo fim
Perde a glória do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor


Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça
Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar
Maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas
Migalhas


Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Sinto muito mas não vou medir palavras
Sinto muito ....
Olá ......

sábado, 20 de junho de 2009


Semaninha

Olá ...
Estou meia sumidinha néh ... tem acontecido várias coisas ao mesmo tempo,semana passada eu não postei pq estava com preguiça mesmo =S ... mas hoje eu acordei com muita vontade de postar,colocar coisas novas no meu blog e esquece um pouco das aflições que tenho passado.
Esta semana foi muito corrida e teve de tudo,tomei advertência aqui na empresa,estou super indecisa com meu namoro,os fantasmas do passado volta a me assombra,descobri que um grande amigo esta doente e eu não sabia,fiquei sabendo por terceiros e isso me deixou muito triste,pude perceber o quanto estou afastada das pessoas que realmente gosto.
Vamos por partes ... :
Não era segredo para ninguém que eu era a pessoa mas anciosa com o dia 12 DE JUNHO (DIAS DOS NAMORADOS),não trgo comigo boas lembraças deste dia,mas este 12 de junho tinha tudo para ser diferente,eu disse TINHA,porque ele não teve. Na véspera do dia dos namorados,meu namorado me disse que não queria ganhar presente,porque ele não gostava de ganhar presentes,eu já tinha comprado o dele,eu estava tão anciosa que comprei o presente no dia 05 de junho e gastei um bom dinheiro (lembrado que o dinheiro gasto não é a questão de todo o problema). Enfim,quando chegou o tão esperado dia ... só tristeza,não ganhei nada e meu namorado só me ligou no final da tarde para me dizer: PARABÉNS PARA NÓS DOIS. Simplismente perguntei: pelo o que ? E ele respondeu: HOJE É DIA DOS NAMORADOS. Confesso que não era aquilo que queria ouvir naquele dia,eu queria bem mais,eu mereço bem mais. Para se ter uma noção,Rose e Aparecida daqui da empresa ganharam rosas e cesta,e olha que Aparecida é meia cli cli para relacionamentos amorosos. Mas um 12 de junho frustrante de todos. Foi ali que comecei a matuta algumas coisas,tipo: Ninguém conhece meu namorado (as pessoas devem achar que tenho um namorado imaginário); Ele não conhece minha familia,mas sabe tudo que se passa comigo e eu não sei nada dele praticamente; Ele tem implicansia tremenda com Vivian,mas ela nunca o viu; O fato de não querer o presente é muito estranho (se ele não gosta de ganhar presentes,esperava eu dar o meu e me contava que não gostava de ganhar os mesmos) e por ultimo e não menos importante, nunca não vemos com muita frequência. Foi a partir deste argumentos que decidi que vou terminar,pra dizer a verdade,nem sei se estou tão apaixonada por ele assim,perdi completamente o interesse por ele,mas só vou terminar depois que eu fizer uma unica coisa,ou melhor,preciso fazer 2 coisinhas ainda.
Mas mudando de pau para cavalo,na terça a Silvana da Rádio Diário FM me informou que o meu amigo e dj preferido está dodoi,o nível de diabete dele se elevou e ele está internado no hospital,pelo que ela me informou,já faz algumas dias,mas como não estou ouvindo rádio e nnão tenho conversardo com ele,já tem um tempo,estou completamente por fora. Me senti muito triste de saber só agora,e sei lá,me senti estranha,na hora que eu fui perceber o quanto me afastei de todos,não ligo para mais nada,não quero estar mais ao lado de conhecidos e amigos,só fico enclausulada dentro de casa,quanto não é em casa,é aqui na empresa ... tenho que tomar algumas providências na minha vida e espantar essa tristeza que tanto quer se transformar em minha melhor amiga.

Estou de volta


sábado, 6 de junho de 2009


Kd dia que se passa estou me conhecendo e conhecendo melhor as pessoas.















O amor


Outra concepção muito comum sobre o amor é a idéia de que dependência é amor. Trata-se de uma concepção errônea com a qual os psicoterapeutas precisam lidar diariamente. Seu efeito é visto de forma mais dramática quando um indivíduo tenta ou ameaça suicidar-se, ou se toma incapacitantemente deprimido reagindo à rejeição ou separação de um cônjuge ou amante. Essa pessoa diz: “Não quero, não consigo viver sem meu marido [mulher, namorada, namorado]. Eu o [a] amo tanto!” E quando eu respondo, como freqüentemente faço, “Você está errado [a], não ama seu marido [mulher, namorada, namorado] “, a resposta irritada é: “Como assim? Acabei de dizer que não posso viver sem ele [ela].” Eu tento explicar: “O que você está descrevendo é parasitismo, não amor. Quando você precisa de outra pessoa para sobreviver, é um parasita dela. Não há escolha nem liberdade envolvida em seu relacionamento. É uma questão de necessidade, e não de amor. O amor é o livre exercício da escolha. Duas pessoas só se amam quando são capazes de viver sem o outro mas escolhem viver juntas.”
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Defino a dependência como a incapacidade de experimentar a totalidade ou funcionar adequadamente sem a certeza de que o outro está realmente cuidando de nós. Em adultos fisicamente sadios, a dependência é patológica – doentia, sempre uma manifestação de uma doença ou falha mental. Deve ser distinguida do que comumente chamamos de necessidades ou sentimentos de dependência. Todos nós – mesmo quando fingimos para os outros e nós mesmos que não – temos necessidades e sentimentos de dependência. Todos nós queremos ser mimados, nutridos, cui¬dados por pessoas mais fortes do que nós que realmente se preocupam conosco – e sem ter que fazer o menor esforço. Não importa o quanto somos fortes, dedicados, responsáveis e adultos, se olharmos atentamente para nós mesmos descobriremos o desejo de que cuidem de nós, para variar. Por mais velhos e maduros que sejamos, buscamos e gostaríamos de ter em nossas vidas figuras maternas e paternas satisfatórias. Mas, para a maioria de nós, esses desejos não são dominantes; não são o tema central de nos¬sa existência. Quando eles realmente dominam nossa vida e ditam a qualidade da nossa existência, temos algo mais do que apenas necessidades ou sentimentos de dependência: somos dependentes. Especificamente, uma pessoa cuja vida é dominada e ditada por necessidades de dependência, sofre de uma desordem psíquica diagnosticada como “desordem de personalidade dependente passiva”, talvez a desordem psiquiátrica mais comum.
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Esses indivíduos – os dependentes passivos – estão tão ocupados tentando ser amados que não lhes resta energia para amar. São como pessoas esfomeadas, procurando alimento onde podem, e sem ter alimento para oferecer aos outros. É como se fossem vazias por dentro, um poço sem fundo que nunca pode ser totalmente preenchido. Nunca estão “satisfeitas” ou têm uma sensação de plenitude. Sempre acham que “algo está faltando”. Não suportam a solidão. Devido à sua falta de totalidade, não possuem um verdadeiro senso de identidade e se definem apenas por seus relacionamentos.
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Um operador de prensa de perfuração, trinta anos de idade, extremamente deprimido, veio me ver três dias depois de sua mulher tê-lo abandonado, levando seus dois filhos. Ela já ameaçara ir embora três vezes, reclamando da sua total falta de atenção para com ela e as crianças. Em todas essas vezes ele lhe havia implorado para ficar e prometera mudar, mas sua mudança nunca durava mais do que um dia – e daquela vez ela cumprira a ameaça. Ele não dormia há duas noites e tremia de ansiedade. As lágrimas escorriam por seu rosto e pensava seriamente em suicídio.
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- Não posso viver sem minha família -, disse, chorando. – Eu amo muito todos eles.
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- Estou perplexo – respondi. – Você me disse que as queixas da sua mulher eram válidas, que nunca fez nada por ela, que só ia para casa quando queria, que não estava interessado nela sexual ou emocionalmente, que ficava meses a fio sem falar com as crianças, que nunca brincava com elas ou as levava a parte alguma. Você não tem relação alguma com as pessoas da sua família, por isso não entendo porque está tão deprimido com a perda de um relacionamento que nunca existiu.
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- Você não entende? – ele replicou. – Não sou nada agora. Nada. Não tenho mulher. Não tenho filhos. Não sei quem sou.
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Posso não me importar com eles, mas preciso amá-los. Não sou nada sem eles.
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Como ele estava muito deprimido – tendo perdido a identidade que sua família lhe dava – marquei uma nova consulta para dois dias depois. Não esperava grandes melhoras. Entretanto, quando ele voltou, entrou no consultório sorrindo alegremente e anunciando:
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- Está tudo bem agora.
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- Você voltou a viver com a sua família? – perguntei.
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- Ah, não – respondeu sorrindo. – Não tenho notícias deles desde que estive aqui. Mas ontem à noite conheci uma garota no bar que freqüento. Ela disse que realmente gosta de mim. É separada, como eu. Marcamos um novo encontro esta noite. Eu me sinto humano de novo. Acho que não preciso mais me consultar com você.
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Essas mudanças rápidas são típicas dos dependentes passivos. Não importa de quem eles dependem, desde que haja alguém de quem depender. Não importa qual é sua identidade, desde que haja alguém para fornecê-la. Conseqüentemente, seus relacionamentos, embora pareçam dramáticos em sua intensidade, são na verdade extremamente superficiais. Devido à sua forte sensação de vazio interior e ânsia de preenchê-lo, os dependentes passivos não adiam a satisfação da sua necessidade de outras pessoas.
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Uma jovem bonita, inteligente e saudável tivera, dos dezesseis aos 21 anos, uma série quase interminável de relacionamentos sexuais com homens invariavelmente inferiores a ela em termos de inteligência e capacidade. Ela passava de um perdedor para outro. Descobrimos que o problema era que não conseguia esperar o bastante para procurar um homem adequado, ou até mesmo escolher entre os muitos homens quase que imediatamente disponíveis. Vinte e quatro horas depois de terminar um relacionamento, paquerava o primeiro homem que conhecia em um bar e comparecia à próxima sessão de terapia tecendo-lhe elogios. “Sei que ele está desempregado e bebe demais, mas é muito talentoso e realmente gosta de mim. Sei que este relacionamento vai dar certo.”
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Mas nunca dava certo. Não só porque ela não sabia escolher, como também porque seguia um padrão de grudar-se no homem, exigindo provas da sua afeição e sua presença constante, recusando-se a ficar só. “Não suporto estar longe de você porque te amo muito”, dizia-lhe, mas cedo ou tarde ele se sentia totalmente su¬focado e aprisionado pelo seu “amor”. O resultado era uma vio¬lenta explosão, o fim do relacionamento e o recomeço do ciclo no dia seguinte. Esta mulher só conseguiu quebrar esse ciclo depois de três anos de terapia, nos quais passou a apreciar sua própria inteligência e qualidades, a identificar e a distinguir seu vazio e sua ânsia do genuíno amor, a perceber como a sua fome a estava levando a iniciar e manter relacionamentos prejudiciais e a aceitar a necessidade da mais rígida disciplina sobre sua ansiedade para tirar partido dos seus dons.
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No diagnóstico, a palavra “passivo” é usada conjuntamente com a palavra “dependente” porque essas pessoas se preocupam com o que os outros podem fazer por elas, e não com o que elas próprias podem fazer aos outros. Certa vez, trabalhando com um grupo de cinco pacientes solteiros – todos dependentes passivos -, pedi que falassem sobre seus objetivos. Como gostariam de estar dali a cinco anos? De um modo ou de outro, todos responderam: “Quero me casar com alguém que realmente se importe comigo.” Ninguém falou em ter um emprego interessante, criar uma obra de arte, contribuir para a comunidade, ser capaz de amar alguém ou até mesmo ter filhos. A idéia de esforço não estava envolvida em seus devaneios; só visualizavam um estado passivo de recepção de afeto. Na ocasião, disse a esses pacientes, como digo a tan¬tos outros: “Se o objetivo de vocês é ser amados, não vão conseguir.
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O único modo garantido de ser amado é ser digno de amor, e vocês não podem ser dignos de amor quando seu principal objetivo na vida é ser amados passivamente.” Isso não significa que as pessoas dependentes passivas nunca façam coisas pelos outros, mas sua principal motivação para fazê-las é consolidar o apego dos outros a elas, garantindo assim sua própria proteção. E quando a possibilidade de afeto do outro não está diretamente envolvida, elas têm grande dificuldade em “fazer coisas”. Todos os membros desse grupo acharam extremamente difícil comprar uma casa, separar-se dos pais, arranjar um emprego, deixar um trabalho antigo ou até mesmo dedicar-se a um hobby.
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No casamento normalmente há uma diferenciação dos papéis dos dois cônjuges, uma divisão de trabalho que costuma ser eficiente. Em geral a mulher cozinha, limpa a casa, faz as compras e cuida dos filhos; o homem tem um emprego, cuida das finanças, apara a grama e faz reparos. Os casais sadios trocam instintivamente de papéis de vez em quando. O homem pode cozinhar uma vez ou outra, passar um dia da semana com os filhos, limpar a casa para surpreender a mulher; ela, por sua vez pode arranjar um trabalho de meio expediente, aparar a grama no aniversário do marido ou cuidar dos cheques e das contas durante um ano. Muitas vezes o casal considera essa troca de papéis um tipo de jogo que traz sabor e variedade para o casamento. É verdade, mas talvez o mais importante (até mesmo quando realizado de maneira inconsciente) seja o fato de esse processo diminuir a dependência mútua. De certo modo, cada cônjuge faz uma espécie de treinamento de sobrevivência para o caso de perder o outro. Para os dependentes passivos, no entanto, a perspectiva de perder o outro é tão assustadora que não conseguem encarar a preparação para isso, ou tolerar um processo que reduziria a dependência ou aumentaria a liberdade do outro. Conseqüentemente, uma de suas características marcantes é que sua diferenciação de papéis é rígida. Em vez de diminuir eles tentam aumentar a dependência mútua, tornando o casamento mais parecido com uma prisão. Ao fazer isso – em nome do que chamam de amor, mas que na realidade é dependência – limitam sua própria liberdade e estatura, assim como as do outro.
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Ocasionalmente, como parte desse processo, os dependentes passivos desistem de habilidades que possuíam antes do casamento. Um exemplo muito comum é a síndrome da mulher que “não consegue” dirigir. Na metade dos casos, ela pode nunca ter dirigido; mas na outra metade, algumas vezes após um pequeno acidente, ela desenvolve uma “fobia” de dirigir – em algum ponto após o casamento – e pára de guiar. O efeito dessa “fobia” em áreas rurais e suburbanas, onde moram muitas pessoas, é tornar a mulher quase que totalmente dependente do marido e prendê-lo a ela pela sua incapacidade. Agora ele deve fazer todas as compras para a família – ou então levá-la para o supermercado. Como em geral esse comportamento satisfaz as necessidades de dependência de ambos, quase nunca os casais o consideram doentio ou ao menos um problema a ser resolvido. Quando sugeri a um banqueiro – extremamente inteligente em outras questões – que sua mulher, que subitamente parara de dirigir aos 46 anos devido a uma “fobia”, poderia ter um problema digno de atenção psiquiátrica, ele retrucou: “Ah, não, o médico lhe disse que era por causa da menopausa, e que nada poderia ser feito quanto a isso.” A mulher se sentia segura sabendo que o marido nunca a deixaria ou teria uma amante, porque estava ocupado demais depois do trabalho, levando-a às compras e transportando os filhos. O marido se sentia seguro sabendo que a mulher nunca o deixaria ou teria um amante, porque não tinha mobilidade para encontrar pessoas quando ele estava longe. Através desse comportamento, os casamentos de dependência passiva podem se tornar duradouros e seguros, mas não ser considerados sadios ou genuinamente amorosos, porque a segurança é obtida à custa da liberdade e o relacionamento serve para retardar ou destruir o crescimento de cada parceiro. Costumo dizer aos casais que “um bom casamento só pode existir entre duas pessoas fortes e independentes”.
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A dependência passiva se origina de uma falta de amor. A sensação de vazio que atinge esses dependentes é um resultado direto da incapacidade de seus pais de satisfazer suas necessidades de afeto, atenção e carinho durante a infância. Na primeira parte desse livro mencionei que as crianças amadas e protegidas com relativa constância durante toda a infância entram na idade adulta com um sentimento profundo de que são valiosas e dignas de amor e, portanto, serão amadas e protegidas enquanto permanecerem fiéis a si mesmas. Já as crianças que crescem em uma atmosfera em que o amor e o carinho são raros ou estão ausentes, tomam-se adultos sem essa força interior. Em vez disso, têm uma sensação de insegurança, de “não ter o bastante”, de que o mundo é imprevisível e frio e de que seu valor e seu direito de serem amadas são duvidosos. Portanto, não é de admirar que essas pessoas sintam necessidade de agarrar o amor, o cuidado e a atenção onde quer que os encontrem, com um desespero que as leva a ter um comportamento manipulador, maquiavélico e sem amor, que destrói os mesmos relacionamentos que tentam preservar.
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Como também já dissemos na parte anterior, o amor e a discipli¬na caminham de mãos dadas, de modo que pais sem afeto e carinho são pessoas sem disciplina, e quando não conseguem oferecer aos filhos a sensação de que são amados, tampouco lhes oferecem a capa¬cidade de autodisciplina. Assim, a dependência passiva é apenas a principal manifestação de uma desordem de personalidade. Os dependentes passivos não têm autodisciplina. Não estão dispostos ou não são capazes de adiar a gratificação de sua fome de atenção. Em seu desejo desesperado de criar e manter vínculos, deixam de lado a honestidade. Apegam-se a relacionamentos deteriorados quando deveriam renunciar a eles. Mais importante ainda, não se sentem responsáveis por si mesmos. Fazem passivamente dos outros, muitas vezes até dos próprios filhos, a fonte de sua felicidade e realização; portanto, quando não estão felizes ou realizados, basicamente acreditam que os outros são os responsáveis. Por isso estão sempre zangados, sempre se decepcionando com os outros, que na verdade nunca satisfazem suas necessidades nem são capazes de fazê-los felizes. Tenho um colega que costuma dizer: “A pior coisa que você pode fazer é se permitir ser dependente de outra pessoa. É melhor ser dependente de heroína. Enquanto houver uma dose, ela nunca o decepcionará. Enquanto estiver presente, fará você feliz. Mas se você esperar que outra pessoa lhe traga felicidade, acabará sempre desapontado.” Na verdade, não é por acaso que a perturbação mais comum que os dependentes passivos manifestam – além dos relacionamentos – é a dependência de drogas e álcool. Eles têm uma “personalidade viciável”. Viciam-se em pessoas, sugando-as e consumindo-as, e quando elas não estão disponíveis para lhes servir, freqüentemente usam a garrafa, a agulha ou a pílula como substitutos.
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Em resumo, a dependência pode parecer amor porque faz as pessoas se agarrarem fortemente umas às outras. Mas na verdade não é amor, e sim uma forma de antiamor, que nasce de uma inca¬pacidade dos pais de amar. Uma incapacidade que se perpetua e quer receber em vez de dar; alimenta o infantilismo e não o crescimento. Esforça-se para aprisionar e conter em vez de liberar. Acaba destruindo indivíduos e relacionamentos em vez de fortalecê-los.
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Trecho retirado do livro “A trilha menos percorrida” de M. Scott Peck


sábado, 23 de maio de 2009

Paixão

Os melhores Recados de Paixão:
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Déborah
&
Neilton


ESTOU MUITO APAIXONADA !!!!!!!!!!!!! S2

Ultimos dias

Olá,
Nos ultimos dias,ando bem triste,mas triste do que o de costume,eu e Neilton estamos brigados,e nada que eu faça,faz ele esquecer o nosso pequeno incidente. Na verdade,não chegamos a brigar,apenas não nos entedemos dereitinho por causa de uma bobagem minha e eu cai na besteira de dizer QUE NÃO TROCO AMIZADE MINHA POR NAMORADO ALGUM,ai ele achou que não era importante na minha.
Não levei muito a serio nossa falta de entendimento,mas agora vejo que pra ele foi sério e percebi que estou apaixonada de verdade por este homem.
Estou aguardando os próximos acontecimento ....

sábado, 9 de maio de 2009

Déby & Ton















Déby & Ton

2 meses de namoro


Se parar para pensar bem,eu quase não queria NAMORAR com você em benhê,tentei fugir,esconder,mentir,fiz mil coisas para não te ver mais,mas quando está escrito não tem jeito,tem que ser e será .. de qualquer forma. Sei que ainda é muito cedo para tantas emoções,mas você é uma caixa de surpresas ao meu lado,esta sempre ali pertinho esperando te chamar,gosto muito de você e gosto mais ainda,quando você faz aquela carinha e de que esta querendo me entender. 2 meses é pouco,mas pra gente passou rapidinho e parece que estamos juntos a anos ...
Gosto muito de vc meu anjinho,que Deus possa prospera cada vez mais a nossa união e que esses 2 meses se torne 2 anos,20 anos e porque não 200 anos,afinal enquanto houver amor,não haverá tempo para separar.
Te adoloooo muito benhê.
Déborah e Neiton ( Déby e Ton )
Oie ...
Minha semana foi bastante agitada,ano muito triste,tudo me deixa triste,vejo as coisas e não posso fazer nada,quer dizer,até posso fazer algo para mudar,mas não sei o que fazer. Sobrou até para o meu namorado,minha tristeza chegou em tal ponto que não estava vendo as maldades que estava fazendo com ele,quase que perdi ele também. Estamos completando 2 meses de namoro hoje. Queria achar todas as soluções para os meus problemas,queria que as pessoas que amo,tenho admiração,respeito,carinho,afeto,nunca sofre-se ... não queria que o mundo fosse cor de rosa ou belo,mas queria o mundo fosse mais leve,mais acessível para todos,que todos tive-se uma semana inteira de alegria,sei lá ... coisa do tipo.

Me sinto tão perdida,tão sem rumo ... sinto que a qualquer momento vou enlouquecer.

domingo, 3 de maio de 2009

Fotos recentes do meu anjinho ...

Meu coração só tem espaço para o nosso amor Thalles. A tia te ama muito!

Um rei entre os coelhinhoos ... rsrsrsrsrs


Meu indiozinho civilizado ... não gosta de ficar pelado. rsrsrsrsrs



Entre os outros coelhinhos,mas tem 1 que se destaca mais ... Thalles.





Muito lindo meu sublinho néh ...
Olha a carinha dele de felicidade ...
Te amo Thalles =)








A arte do casamento




Qual será o segredo dos casamentos duradouros?


Casais que convivem há anos falam de paciência,


renúncia, compreensão.


Em verdade, cada um tem sua fórmula especial.


Recentemente lemos as anotações de


um escritor que achamos muito interessantes.


Ele afirma que um bom casamento deve ser criado.


No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.


É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele.


É lembrar de dizer "te amo",


pelo menos uma vez ao dia.É nunca ir dormir zangado.


É ter valores e objetivos comuns.


É estar unidos ao enfrentar o mundo.


É formar um círculo de amor que uma toda a família.


É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.


É proporcionar uma atmosfera onde cada qual


possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.


É não só casar-se com a pessoa certa,


mas ser o companheiro perfeito.


"E para ser o companheiro perfeito é preciso


ter bom humor e otimismo.Ser natural e saber agir com tato.


É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.


É mostrar admiração e confiança, interessando-se


pelos problemas e atividades do outro.


Perguntar o que o atormenta,


o que o deixa feliz, por que está aborrecido.


É ser discreto, sabendo o momento de deixar


o companheiro a sós para que coloque em


ordem seus pensamentos.


É distribuir carinho e compreensão,


combinando amor e poesia,


sem esquecer galanteios e cortesia.


É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro.


Aqueles momentos mágicos em que a


orquestra do mundo parecia


tocar somente para os dois.


É ser o apoio diante dos demais.


É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal.


É ter atenção além do trivial e conseguir


descobrir quando um se tiver esmerado


na apresentação para o outro.


Um novo corte de cabelo,


uma vestimenta diferente, detalhes pequenos


mas importantes.


É saber dar atenção para a família do outro pois,


ao se unir o casal,


as duas famílias formam uma unidade.


É cultivar o desejo constante de superação.


É responder dignamente e de


forma justa por todos os atos.


É ser grato por tudo


o que um significa na vida do outro.




***


O amor real,
por manter as suas raízes no equilíbrio,
vai se firmando dia a dia,
através da convivência estreita.
O amor,
nascido de uma vivência progressiva e madura,
não tende a acabar,
mas amplia-se,
uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes,
manias e costumes de um e de outro.
O equilíbrio do amor promove
a prática da justiça e da bondade,
da cooperação e do senso de dever,
da afetividade e advertência amadurecida.
(Retirado do site belas mensagens)




Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos,
reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera,
dores lombares, dor na coluna.
Com o tempo a repressão dos
sentimentos degenera até em câncer.
Então vamos desabafar, confidenciar,
partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida,
na ansiedade, na angústia.
A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.
A história humana é feita de decisões.
Para decidir é preciso saber renunciar,
saber perder vantagem e valores para ganhar outros.
As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções
e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo.
Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão.
Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe.
Somos o que pensamos.
O pensamento negativo gera energia negativa
que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose,
quer sempre dar a impressão que está bem,
quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc.,
está acumulando toneladas de peso...
uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas.
São pessoas com muito verniz e pouca raiz.
Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima,
faz com que sejamos algozes de nós mesmos.
Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável.
Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos,
imitadores, competitivos, destruidores.
Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas,
é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre,
não se relaciona, não cria liames profundos,
não sabe fazer amizades verdadeiras.
Sem confiança, não há relacionamento.
A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria,
recuperam a saúde e trazem vida longa.
A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
"O bom humor nos salva das mãos do doutor"
Alegria é saúde e terapia

(Dr. Dráuzio Varella)

"Alimente o corpo para hoje... Alimente o espírito para a eternidade"


Relato de um Homem

Tudo bem, queremos meninas legais, sexy,
taradas, bonitas, inteligentes e boazinhas.
Muito fácil falar, pois quando aparece uma assim,
de bandeja, a primeira coisa que a gente
pensa, é: - Oba! me dei bem.
Ficamos com elas, uma vez, duas.
Começamos a pensar que essa é a mulher que
nossa mãe gostaria de ter como nora.
Se sair um namoro, vai ser uma relação estável.
Você vai buscá-la na faculdade,
vocês vão ao cinema,
num barzinho,
vai ter sexo toda a semana,
tudo básico, até virar uma rotina sem graça.

Aí tu começas a olhar os caras bem vestidos e bem humorados,
indo pra noite pra arrasar com a mulherada e vai morrer de inveja.
Vai sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite,
falta de dar umas olhadas para uma gata,
ou de dar aquela dançadinha mais provocativa na pista.
Você pensa: - “Acho que não estou pronto pra isso, para me
enclausurar pro resto da vida nesse namoro”.
E a boa menina se transforma numa mala,
e ao poucos vai surgindo um nojo dela, uma aversão.
Quando você vê o nome dela no celular,
nem dá vontade de atender…
JÁ ERA!!! Daí aquela promessa de vida estável vai por água abaixo,
se a menina não se dá conta, a gente começa a ser grosso, muito grosso.
E a pobre da menina pensa:
- “O que foi que eu fiz?” Coitada, ela não fez nada, a culpa é nossa mesmo.

Aí, a gente volta pra nossa vidinha,
que a gente odiava até semanas atrás.
A gente não vê a hora de sair e arrasar na noite,
ou pegar aquela mulher gostosona que sempre quisemos
(mas que na verdade não passa de uma piranha).
Grande ilusão, você chega em casa depois da balada,
sozinho e fica tentando descobrir por que você não está satisfeito.
De repente foi porque a menina da night,
a linda, gostosa, misteriosa, ficou contigo,
passou a mão, rolou algo mais,
mas nem se quer pediu teu telefone… FRUSTAÇÃO!

Daí, por mais que você não queira,
você pensa na sua menina boazinha que você deixou pra trás…
Ela podia ter seus defeitos,
mas era uma menina legal,
que ficaria ao meu lado me dando valor.
Enquanto isso, a boa menina chateada,
lesada, custa a entender o que ela fez pra te ter afastado dela,
daí essa dúvida, vira angústia que vira raiva.
Daí, a menina manda tudo PUTA QUE PARIU!
Não quer mais saber de nada,
só quer sair beijando muitos caras.
Resolve não se envolver mais,
pra não sair lesada, chutada ou chateada.
Muito bem, acabamos de criar uma MONSTRA!

O tempo passa e a gente continua na mesma,
volta a reclamar da vida e das mulheres.
Elas só querem as coisas com homens cachorros
e não estão nem aí pra nós…
Ou será que nós é que fomos os cachorros??
Elas estão assim por culpa nossa.
A mulher da night de hoje,
era a boa menina de outro homem ontem e assim sucessivamente.
Provavelmente, essa noss
a ex namorada, boa menina,
deve estar enlouquecendo a cabeça de outro homem por aí,
e eu a perdi para sempre,
ela virou uma mulher enlouquecedoura
e eu a encontrei na balada (mais linda do que nunca)
e ela???!! NEM OLHOU PRA MIM!!!

(DESCONHEÇO A AUTORIA)


Fruto da vida
Por Paulo Roberto Gaefke
Choro,
mas não é tempo de lágrimas,pois preciso ver o futuro.
Penso,
mas é tempo de agir,preciso seguir o caminho.
Ando,
mas é preciso correr,tenho tanto para conquistar.
Falo,
mas deveria fazer silêncio,é tempo de fazer mais.
Pergunto,
mas deveria ensinar,passei por tantas dificuldades.
Olho,
mas nem sempre enxergo,há ainda uma nuvem no meu olhar.
Vigio,
mas deveria dormir,abandonar-me em mim mesmo.
Canso,
mas deveria ter mais energia,seguir adiante, não olhar para trás.
Amo,
mas ainda não me amam,mas não desisto do amor.
Creio,
e sei que Deus me ouve,ainda que eu não entenda o que Ele responde.
Sonho,
porque a noite cai e adormeço,e quando o dia vem, vem a certeza:eu posso ser feliz.
Viva o dia que se instala em mim,
o sol que me aquece e faz lembrar,que algo em mim está melhor.
Amadureço e reflito, ainda na dor,
hoje sou muito melhor, e sigo assim,
sou o fruto amadurecido do tempo,
do amor que transborda em mim.
Procure os seus caminhos,

mas não magoe ninguém nessa procura.

Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!

Não se acostume com o que não o faz feliz,

revolte-se quando julgar necessário.

Alague seu coração de esperanças,

mas não deixe que ele se afogue nelas.

Se achar que precisa voltar, volte!

Se perceber que precisa seguir, siga!

Se estiver tudo errado,

comece novamente.

Se estiver tudo certo, continue

.Se sentir saudades, mate-a.

Se perder um amor, não se perca!

Se o achar, segure-o!"

(Fernando Pessoa)