domingo, 29 de novembro de 2009

Por toda a minha vida - Cláudinho

De todas as reportagens do programa POR TODA A MINHA VIDA,acho que nenhu ainda mexeu tanto com o Brasil,como o especial do CLÁUDINHO da dupla CLÁUDINHO & BUCHECHA ... Todo o Brasil se emocionou com a história e trajetória do menino determinado e sonhador que era o Cláudinho ...
Fiquei muito emocionada com tudo,com a história,determinação,sucesso,carisma e acima de tudo a humildade do mano Cláudinho. Você estará sempre em nossoas coraçãoes ...
Segue abaixo os vídeos com as reportagens ...



Por toda a minha vida CLÁUDINHO S2 ....

sábado, 21 de novembro de 2009




CREPÚSCULO

São frases e/ou dialogos


Edward: - Não gosta de neve?

Bella: -Não. Significa que está frio demais para chover.

*É uma frase obvia, mas como aqui não neva eu nunca tinha parado pra pensar assim, e logo, pensando assim não vou gostar de neve tb hahahahha.



Bella: - Dono daquele Volvo idiota e reluzente.

*Frase cliche que todas as fãs adoram.



Edward: -Seria mais... prudente para você não ser minha amiga - explicou ele. - Mas estou cansado de tentar ficar longe de você, Bella.

*Precisa mesmo explicar? *-*



Bella narrando: Depois de ver meus olhos, ele levantou a mão e gesticulou com o indicador para que eu me juntasse a ele. Enquanto eu encarava sem acreditar, ele deu uma piscadela.

* Será que só eu imaginei detalhadamente a cara de safado do Edward?



Edward: - Eu concluí que, já que vou para o inferno, posso muito bem fazer o serviço completo...... Acho que seus amigos estão com raiva de por ter roubado você.

Bella: - Eles vão sobreviver......



Edward: - Mas é possivel que eu não a devolva - disse ele com um brilho perverso nos olhos.

* Athoooro o ciume do Edward, eu já gostava dessa cena no crepúsculo, depois de ler a mesma pelo midnight sun fica ainda melhor ;) fikdik



Edward: - E se eu não for um super heroi? E se eu for o vilão?

* Muitooooo melhor no filme



Edward: - Por um momento, você me assustou lá fora... Pensei que Newton estivesse arrastando seu corpo para entenrrar no bosque.

* EU RI D +



Edward: - Me deixa... angustiado... ficar longe de você.

* Precisa mesmo explicar? *-* ²



Edward: - Ela que saber se estamos namorando escondido. E ela quer saber como você se sente com relação a mim....... - Acho que pode dizer sim à primeira pergunta. Se não se importar...... E quanto à outra oergunta de Jessica... Bom, eu estarei ouvindo para saber eu mesmo a resposta.

* Cara você tá saindo com um cara que curte e ele fala que pode confirmar que voces estão namorando SE você não se importar tsc tsc tsc



Mike Newton: - Não gosto disso... Ele olha para você como se... Como se você fosse uma coisa de comer.

*EU RI D +²



Bella: - Gosto da noite. Sem o escuro, nunca veríamos as estrelas.

* Romantico e obvio.



Edward: - Eu lhe disse... Você não se vê com tanta clareza. Não é como ninguém que eu conheça. Você me fascina.

* Preciso mesmo explicar? *-* ³



Edward: - Você é, agora, a coisa mais importante do mundo pra mim. A mais importante de toda a minha vida.



Edward: - E então o leão se apaixonou pelo cordeiro....

Bella: - Que cordeiro imbecil...

Edward: - Que leão masoquista e doentio.*



Cliche Edward: - Se eu pudesse sonhar, seria com você.

* Vá pra PQP, VTC. Essa é a frase mais PHODA de todo o livro. *-*



Edward: - Só porque estou resistindo ao vinho, não quer dizer que não possa apreciar o buque... você tem um aroma floral, de lavanda... ou frésia... É de dar água na boca.

* AMO o jeito que o Edward fala do qto a Bella eh literalmente apetitosa.



Capitulo 14. A mente domina a matéria e o comecinho do 15. Os Cullen.

* Adoro o Edward no quarto da Bella.



Edward: - Posso não ser humano, mas sou um homem.

*Quem me conhece sabe o qto eu gosto de saber da vida "intima" (mode meiga: ON) das pessoas e essa resposta foi tão meiga.



Edward: - Agora você é a minha vida.

* Sem comentarios



Edward: - Errado de novo - murmurou ele em meu ouvido. - Você está totalmente indecente... Ninguém deve ser uma tentação tão grande, não é justo.

* Ui



Alice: - Parecia que você estava almoçando a Bella, e viemos ver se podíamos dividir.

* Alice phoda, EURILITROS! Como é um trecho grandinho, vou colocar só uma referencia, que tiver interesse vai la olhar =PPág. 283 - O Edward mexendo na memoria da Bella pra ela perder o medo de "correr" na floresta.



Edward: - Eu sei, Bella. Acredite, eu sei. É como se você tivesse levado metade de mim com você.

* Tem jeito mais foda de falar que sentiu a falta de alguém?



Edward: - Você tem uma perna quebrada, quatro costelas quebradas, algumas rachaduras no crânio, hematomas cobrindo cada centímetro de sua pele e perdeu muito sangue.

Eles fizeram algumas transfusões. Eu não gostei... Deixou seu cheiro totalmente errado por algum tempo.

*EU RI MUITOOOO



Edward: - Oi, Tyler, aqui é Edward Cullen.... Lamento se houve algum mal entendido, mas Bella não está disponivel esta noite.... Para ser franco, ela não estará disponivel em noite nenhuma, pelo menos para ninguém além de mim. Não se ofenda. E lamento sobre sua noite.

* tudo de bom esse ciume do Edward *-*



FIM

Minha mais nova Inspiração


Trecho do Livro: Crepúsculo Stephenie Meyer

Foi ali, sentada no refeitório, tentando conversar com sete estranhos curiosos, que eu os vi pela primeira vez.
Estavam sentados no canto do refeitório, à maior distância possível de onde eu me encontrava no salão comprido. Eram cinco. Não estavam conversando e não comiam, embora cada um deles tivesse uma bandeja cheia e intocada diante de si. Não me encaravam, ao contrário da maioria dos outros alunos, por isso era seguro observá-los sem temer encontrar um par de olhos excessivamente interessados. Mas não foi nada disso que atraiu e prendeu minha atenção.
Eles não eram nada parecidos. Dos três meninos, um era grandalhão — musculoso como um halterofilista inveterado, com cabelo escuro e crespo. Outro era mais alto, mais magro, mas ainda assim musculoso, e tinha cabelo louro cor de mel. O último era esguio, menos forte, com um cabelo desalinhado cor de bronze. Era mais juvenil do que os outros, que pareciam poder estar na faculdade ou até ser professores daqui, em vez de alunos.
As meninas eram o contrário. A alta era escultural. Linda, do tipo que se via na capa da edição de trajes de banho da Sports Illustrated, do tipo que fazia toda garota perto dela sentir um golpe na auto-estima só por estar no mesmo ambiente. O cabelo era dourado, caindo delicadamente em ondas até o meio das costas. A menina baixa parecia uma fada, extremamente magra, com feições miúdas. O cabelo era de um preto intenso, curto, picotado e desfiado para todas as direções.
E, no entanto, todos eram de alguma forma parecidos. Cada um deles era pálido como giz, os alunos mais brancos que viviam nesta cidade sem sol. Mais brancos do que eu, a albina. Todos tinham olhos muito escuros, apesar da variação de cor dos cabelos. Também tinham olheiras — arroxeadas, em tons de hematoma. Como se tivessem passado uma noite insone, ou estivessem se recuperando de um nariz quebrado. Mas os narizes, todos os seus traços, eram retos, perfeitos, angulosos.
Mas não era por nada disso que eu não conseguia desgrudar os olhos deles.
Fiquei olhando porque seus rostos, tão diferentes, tão parecidos, eram completa, arrasadora e inumanamente lindos. Eram rostos que não se esperava ver a não ser talvez nas páginas reluzentes de uma revista de moda. Ou pintados por um antigo mestre como a face de um anjo. Era difícil decidir quem era o mais bonito — talvez a loura perfeita, ou o garoto de cabelo cor de bronze.
Todos pareciam distantes — distantes de cada um ali, distantes dos outros alunos, distantes de qualquer coisa em particular, pelo que eu podia notar. Enquanto eu observava, a garota baixinha se levantou com a bandeja — o refrigerante fechado, a maçã sem uma dentada — e se afastou com passos longos, rápidos e graciosos apropriados para uma pista de decolagem. Fiquei olhando, surpresa com seus passos de dança, até que ela largou a bandeja no lixo e seguiu para a porta dos fundos, mais rápido do que eu teria pensado ser possível. Meus olhos dispararam de volta aos outros, que ficaram sentados, impassíveis.
— Quem são eles? — perguntei à garota da minha turma de espanhol, cujo nome eu esquecera.
Enquanto ela olhava para ver do que eu estava falando — embora já soubesse, provavelmente, pelo meu tom de voz —, de repente ele olhou para ela, o mais magro, o rapaz juvenil, o mais novo, talvez. Ele olhou para minha vizinha só por uma fração de segundo, e depois seus olhos escuros fulguraram para mim.
Ele desviou os olhos rapidamente, mais rápido do que eu, embora, em um jorro de constrangimento, eu tenha baixado o olhar de imediato. Naquele breve olhar, seu rosto não transmitiu nenhum interesse — era como se ela tivesse chamado o nome dele, e ele a olhasse numa reação involuntária, já tendo decidido não responder.
Minha vizinha riu sem graça, olhando a mesa como eu.

— São Edward e Emmett Cullen, e Rosalie e Jasper Hale. A que saiu é Alice Cullen. Todos moram com o Dr. Cullen e a esposa. — Ela disse isso à meia-voz.

Olhei de lado para o rapaz bonito, que agora fitava a própria bandeja, desfazendo um pãozinho em pedaços com os dedos pálidos e longos. Sua boca se movia muito rapidamente, os lábios perfeitos mal se abrindo. Os outros três ainda pareciam distantes e, no entanto, eu sentia que ele estava falando em voz baixa com eles.
Nomes estranhos e incomuns, pensei. O tipo de nome que têm os avós. Mas talvez seja moda por aqui — nomes de cidades pequenas? Finalmente me lembrei de que minha vizinha se chamava Jessica, um nome perfeitamente comum. Havia duas meninas que se chamavam Jessica na minha turma de história, na minha cidade.
— Eles são… muito bonitos. — Lutei com a patente atenuação da verdade.
— É — concordou Jessica com outra risada. — Mas todos estão juntos… Emmett e Rosalie, e Jasper e Alice, quero dizer. E eles moram juntos. — Sua voz trazia toda a condenação e o choque da cidade pequena, pensei criticamente. Mas, para ser sincera, tenho que admitir que até em Phoenix isso provocaria fofocas.
— Quem são os Cullen? — perguntei. — Eles não parecem parentes…
— Ah, e não são. O Dr. Cullen é bem novo, tem uns vinte e tantos ou trinta e poucos anos. Todos foram adotados. Os Hale são mesmo irmãos, gêmeos… os louros… e são filhos adotivos.
— Parecem meio velhos para filhos adotivos.
— Agora são, Jasper e Rosalie têm 18 anos, mas estão com a Sra. Cullen desde que tinham 8 anos. Ela é tia deles ou coisa assim.
— Isso é bem legal… Eles cuidarem de todas essas crianças, quando eram tão pequenos e tudo isso.
— Acho que sim — admitiu Jessica com relutância, e tive a impressão de que por algum motivo ela não gostava do médico e da esposa. Com os olhares que ela atirava aos filhos adotivos, eu imaginava que o motivo era inveja. — Mas acho que a Sra. Cullen não pode ter filhos — acrescentou ela, como se isso diminuísse sua bondade.
Em toda essa conversa, meus olhos disparavam sem parar para a mesa onde se acomodava a estranha família. Eles continuavam a olhar para as paredes e não comiam.
— Eles sempre moraram em Forks? — perguntei. Certamente eu os teria percebido em um dos verões aqui.
— Não — disse ela numa voz que dava a entender que isso devia ser óbvio, até para uma recém-chegada como eu. — Só se mudaram há dois anos, vindos de algum lugar do Alasca.
Senti uma onda de pena, e também alívio. Pena porque, apesar de lindos, eles eram de fora, e claramente não eram aceitos. Alívio por eu não ser a única recém-chegada por aqui, e certamente não ser a mais interessante, por qualquer padrão.
Enquanto eu os examinava, o mais novo, um dos Cullen, virou-se e encontrou meu olhar, desta vez com uma expressão de evidente curiosidade. Quando desviei os olhos rapidamente, me pareceu que o olhar dele trazia uma espécie de expectativa frustrada.
— Quem é o garoto de cabelo ruivo? — perguntei. Eu o espiei pelo canto do olho e ele ainda estava me encarando, mas não aparvalhado como os outros alunos. Tinha uma expressão meio frustrada. Olhei para baixo novamente.
— É o Edward. Ele é lindo, é claro, mas não perca seu tempo. Ele não namora. Ao que parece, nenhuma das meninas daqui é bonita o bastante para ele. — Ela fungou, um caso claro de dor-de-cotovelo. Eu me perguntei quando é que ele a tinha rejeitado.
Mordi o lábio para esconder meu sorriso. Depois olhei para ele de novo. Seu rosto estava virado para o outro lado, mas achei que sua bochecha parecia erguida, como se ele também estivesse sorrindo.
Depois de mais alguns minutos, os quatro saíram da mesa juntos. Todos eram muito elegantes — até o grandalhão de cabelo castanho. Era perturbador de ver. O garoto chamado Edward não olhou novamente para mim.

Oie .... me sinto tão triste =(

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Uma história de amor... sem fim

A noite cai suavemente, o sono não vem, Porque uns dias são mais difíceis que outros?
Tentei ocupar minha mente em vão, teu rosto sobrepôs e depôs as tentativas, pensei que a noite calaria meu pranto, que a maciez dos lençóis embalasse meu corpo cansado mutilando meus pensamentos, mas não houve trégua.
Não preciso ir até a cômoda onde guardo minhas relíquias para rever tua foto, teu rosto esta cravado em minha mente, de uma forma tão presente que ás vezes sinto poder tocá-lo , minhas mãos tateiam sozinhas como se procurassem as tuas, mas não as encontro, parecem tatear na pedra negras de meu desespero.

Letra da canção do Filme Love Story sopra em meus ouvidos”Quando eu te encontrei, eu não pensei que um grande amor eu fosse ter, eu que só tinha amargura em meu viver e que já estava tão cansada de sofrer, vivendo só.”
Nada nunca me soou tão verdadeiro, você despontou em minha vida como um raio de sol, trazendo todas as cores da natureza, sons e belezas. Era um acordar exaltado, uma sorriso velado um trabalho apressado e encontros marcados onde o relógio pulsava tão rápido como nossos corações e o tempo se ia, o dia amanhecia trazendo alegria e se as lágrimas brotassem você as secava, se o sofrimento jorrasse, você o estancaria com tua suave melodia impondo curas as amarguras.

“Quando eu te encontrei, lendo em teus olhos eu fiquei a imaginar, que o meu mundo tu virias alegrar, que eras tudo que eu queria encontrar”
E foi assim... mágico... verdadeiro... a risada brotava sem que eu pudesse impedir, os olhos negros como a noite tinha o brilho das estrelas o andar parecia um embalo ritmado pela nossa coletânea, cabelos soltos ao vento que ao reclinar nas grandes colinas calçada de patins, parecia uma bandeira em haste, blusa gotejada de sorvete e boca lambuzada, sabor de chocolate, sabor de teus beijos ansiados.

“Meu coração.... eu te entreguei, me deste a vida enfim... me deste amor.... me deste a razão para viver... me desde paz ....”
Preencheste tudo, intensa e completamente.... pensamentos..atos.. ações.... despertou todos os sonhos postados, toda alegria não vivida de uma alma sofrida, entrou como um furacão não usando tua força em estragos, mas para cravar profundos alicerces que desafia a força do Sanção, brotou sementes que produziriam nas mais engrene rochas, calçou de sonhos minha alma peregrina, vestiu de branco meu corpo moreno, relutante em se entregas as emoções entorpecentes dos pensamentos, fez-me correr para o eco do penhasco onde gritar teu nome e ouvi-lo de volta era a certeza que você existia.

“E onde quer que eu vá irás comigo... nos sonhos meus... na minha mente... eu não irei só... comigo irás também....”
Não há como medir um grande amor.... um sentimento de paixão.... todas as raízes que escravizam nosso coração... é assim que eu sei te amar... nem meios ou mais...intensamente e completamente.
A música do filme Love Story , é como acordes agudos que tocam em meu coração, sem piedade ou ilusão.

Diga-me.... como esquecer alguém que gosta de flauta.... de me olhar como se tivesse me inventado....e de mim......

Fernanda Queiroz